Política Integrada de Mudanças Climáticas - PIMC

A GSS, visando atender as premissas da Convenção do Clima, propõe uma ação inovadora de atuação relacionada às Mudanças Climáticas, essa atuação abrange a criação de um Programa Institucional de Mudanças Climáticas - PIMC, que vai desde a criação de políticas internas, capacitação e sensibilização, até a realização de projetos de redução de emissão, compensação de emissões e projetos socioculturais relacionados.

A PIMC conta com o envolvimento dos colaboradores e diretores, visando a estruturação da empresa e definição de diretrizes que conduzam ações futuras e melhoria nos processos internos para tomada de decisão. A PIMC é a integração de projetos e ações com os princípios da Convenção do Clima valorizando a sustentabilidade das atividades dos seus Clientes, juntamente com benefícios econômicos e sociais e respeito às diferenças culturais.

A PIMC auxilia ainda as empresas que possuem ações voltadas para redução e monitoramento das emissões de redução de emissões de gases de efeito estufa, criando ferramentas para monitoramento de todos os processos e auxílio nas atividades dos gestores.

Projetos de Carbono

A GSS atua no desenvolvimento e gerenciamento completo de projetos de geração de créditos de carbono tanto no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) quanto em Mercados Voluntários (VCS, VERs+, Gold Standard, CCB, etc.).

Auxiliamos empresas de todos os setores a identificar e avaliar oportunidades de geração de créditos de carbono, e posteriormente acompanhamos durante todo o Ciclo de Projeto até a sua comercialização.

Fases de atuação da GSS:

Mecanismo de Desenvolvimento Limpo

Energia

O Protocolo de Quioto é o documento assinado por diversos países que assumem o compromisso de reduzir cerca de 5% as emissões de gases de efeito estufa aos níveis de 1990. Para garantir que essas metas sejam alcançadas foram desenvolvidos três mecanismos de flexibilização no âmbito do Protocolo de Quioto:

1. Comércio Internacional de Emissões

2. Implementação Conjunta

3. Mecanismo de Desenvolvimento Limpo

O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo é o mecanismo por meio do qual os países em desenvolvimento participam do Protocolo de Quioto. Através da implantação de atividades de projeto que reduzem os níveis de emissões de GEE, gerando Reduções Certificadas de Emissões (RCEs/CERs). As RCEs são utilizadas/compradas por países que possuem metas de redução para cumprirem suas cotas de emissões.

O MDL possui os objetivos de incentivar investimento estrangeiro direto, transferência de tecnologia e matrizes energéticas (mais) limpas, contribuindo para o desenvolvimento sustentável.

Em síntese, os Projetos MDL podem ser caracterizados de duas formas:

  • Projetos de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE);
  • Projetos de Absorção de Carbono, também conhecidos como LULUCF (Sigla em inglês referente a Uso da Terra, Mudança de Uso da Terra e Florestas).

Os projetos de redução de emissões incluem:

Os projetos de absorção de carbono incluem:

Mercado Voluntário

Energia

O Mercado Voluntário, assim como é denominado, é um mercado que corre paralelo ao mercado de Quioto. Diferentemente do Mercado de Quito, que é regido pelas Nações Unidas, o mercado voluntário tem o seu ciclo diferenciado e é regido pelo próprio mercado, que é sustentado por vários Standards (VCS, VERs+, SCC, Vivo, entre outros) e sistemas de registros.

Os compradores não podem utilizar os seus créditos (VERs Verified Emissions Reductions) para compensar as metas de Quioto. Por este motivo, ele é muito utilizado para a compensação coorporativas, de produtos, eventos ou atividades. Neste mercado os compradores procuram projetos locais ou em países em desenvolvimento, fortes atributos sustentáveis e sociais. Tendo esses atributos os compradores pagam um significante prêmio pelas reduções de emissões, pois trazem uma visibilidade para o comprador, apresentando projetos de desenvolvimento sustentável.

A demanda por este tipo de crédito vem crescendo exponencialmente por causa da grande atenção mundial para o aquecimento global e a aceitação, pelos diversos setores, da necessidade de ações em relação ao clima.

As regras deste mercado são estabelecidas de acordo com o standard utilizado. A maioria dos Standards utilizam as metodologias e ferramentas aprovadas no MDL, no intuito de garantir compensações confiáveis. Apesar da grande semelhança, os dois mercados continuam separados com diferentes expectativas de preço e de crescimento.

O escopo de projetos no Mercado Voluntário é o mesmo do MDL.

REDD - Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação

Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação – REDD é uma metodologia florestal para evitar a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera de forma a propiciar pagamento aos países em desenvolvimento para que conservem áreas florestais.

Esse mecanismo, embora ainda não aprovado pela Organização das Nações Unidas no âmbito da Convenção sobre Mudanças Climáticas, já está em pleno vigor nos Mercados não Regulados. Para tanto, os países/proprietários de terras, em áreas definidas, devem demonstrar, através de dados históricos, imagens de satélites e mensuração de árvores as condições e o estoque de carbono das florestas, com o devido acompanhamento e monitoramento.

O pagamento, por meio da venda de créditos de carbono ou financiamento por fundos, seria equivalente ao valor do carbono armazenado nas florestas, evitando o desmatamento e as emissões decorrentes dessa degradação.

Para que uma área com reserva florestal seja enquadrada no mecanismo REDD ela deve cumprir alguns requisitos, como requisitos legais; requisitos de consistência, ou seja, tamanho da área, histórico de desmatamento; e requisitos de sustentabilidade, fator de extrema relevância para aprovação de Projeto REDD.

A GSS possui experiência no desenvolvimento de projetos REDD com equipe especializada no assunto para auxiliá-lo durante todo o processo, desde a identificação; elaboração; e interface com investidores.

Inventário de Emissões

A GSS auxilia instituições a identificar e contabilizar as suas emissões de gases de efeito estufa decorrentes de suas atividades através do Inventário de Emissões.

O Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa é uma importante ferramenta na gestão corporativa e principalmente no posicionamento das empresas quanto às suas responsabilidades ambientais.

Além disso, a GSS diferencia-se no mercado ao oferecer Inventários de Emissões alinhados a uma estratégia de redução de emissões e etapas de sensibilização e capacitação de todos os envolvidos, criando oportunidades de redução de custos e geração de créditos de carbono para as empresas.

Os profissionais da GSS já realizaram cerca de cinqüenta Inventários de Emissões, nos mais diversos escopos, tais como Escritórios de pequeno e grande porte; Indústrias de diferentes segmentos; Produtos diversos; Eventos; ONGs; órgãos públicos e administração pública; entre outros.

O desenvolvimento técnico dos Inventários de Emissão elaborados pela GSS segue os padrões metodológicos de maior reconhecimento e credibilidade existentes atualmente no mercado, são eles:

  • GHG Protocol Corporate Standard
  • IPCC Guidelines for GHG Inventories
  • Global Reporting Initiative (GRI).

Compensação de emissões de Gases de Efeito Estufa

O gerenciamento de emissões é uma atividade fundamental para qualquer instituição que busque maximizar seus ativos, atrelar seu produto e/ou marca a vanguarda do desenvolvimento sustentável e principalmente divulgar sua responsabilidade ambiental para colaboradores, parceiros e consumidores.

A GSS desenvolve ações de Compensação de Emissões, permitindo às empresas que reduzam suas emissões, compensem suas emissões com projetos próprios ou ainda por meio de créditos de carbono gerados em projetos de alta qualidade, transparência e credibilidade.

Nosso diferencial é proporcionar às instituições uma estratégia de Compensação de Emissões aliada a uma Política Institucional que contemple a capacitação e sensibilização de todos os atores envolvidos no processo.

CDP – Carbon Disclosure Project

 

Criado pelo governo britânico em 2003 é uma fundação, financiada por fundações, liderado pelo Rockfeller Foundation EUA.

Seu principal objetivo criar uma relação entre acionistas e empresas focadas em oportunidades de negócios decorrentes do aquecimento global. Atualmente, representa 475 investidores (signatários) que administram aproximadamente US$ 55 trilhões em ativos financeiros, por este motivo, é a principal iniciativa do setor financeiro em relação à mitigação das mudanças climáticas.

Sendo todo o seu processo voluntário, investidores institucionais formulam um requerimento coletivo e um questionário, que posteriormente é endereçado às empresas listadas nas principais bolsas de valores do mundo (em 2008 cerca de 3.000 empresas), visando obter e divulgar informações sobre as políticas de mudanças climáticas adotadas pelo setor. Todas as informações são reunidas em um relatório, contendo as informações adquiridas no questionário, que demonstrará aos investidores as ações que as empresas estão realizando dentro da sua estrutura organizacional.

A GSS, buscando auxiliar as empresas a participarem deste programa, desenvolveu uma consultoria divida em três partes. A primeira é a realização do diagnóstico da empresa, identificando todas as ações existentes e apontando novas possibilidades de ações, relacionadas às mudanças climáticas, dentro de sua política corporativa. A segunda etapa é assessoria no preenchimento do questionário, utilizando-se das informações do diagnóstico inicial, de acordo com as normativas do CDP e por fim, assessoria na comunicação com o CDP e os demais stakeholders, sobre a participação no programa e as informações apresentadas.

Rodape